A Anthropic cruzou o uso real do Claude no trabalho com as tarefas de 800 profissões e montou um ranking de onde a IA mais atua na prática. No topo estão programador (75% das tarefas com uso de IA), atendente de SAC (70%), digitador de dados e quem cuida de prontuário médico (67% cada) e analista de pesquisa de mercado (65%).
O detalhe que mais chama atenção: quem está no topo ganha em média 47% mais. E calma, o desemprego nessas profissões não aumentou. O sinal de alerta está na contratação de jovens de 22 a 25 anos, que caiu cerca de 14%, ainda como um sinal inicial. A leitura é que a IA entra primeiro nas tarefas, e não substitui o profissional inteiro.
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